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Lidia Maria

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 Cantora, interprete e compositora.

A história de Lidia Maria com a música começa aos dez anos de idade e passa pelo coral da igreja, o violão herdado da avó, as bandas de garagem e a Big Band do SESI. Seu primeiro grupo profissional foi o instrumental exclusivamente feminino Fulô de Araçá fundado em 2008, no qual tocava bandolim apresentando choro, samba e bossa nova. Com ele, sobe em muitos palcos do Ceará como Feira da Música, Circuito BNB de Cultura, Projeto Seis e Meia, Festival Mel Chorinho e Cachaça e Festival BNB de Música Instrumental. Em 2010, antes de engrenar de vez na carreira solo, participou de outro grupo feminino, o bloco carnavalesco Dorothy l’Amour.

A banda cumpriu temporada no Passeio Público e Mercado dos Pinhões homenageando o repertório do compositor Fausto Nilo que fez participação especial em um dos shows. No Carnaval desse mesmo ano, cantou no aterro da Praia de Iracema com a banda Tudo Azul. Logo após, gravou a música “Ponte Velha” de Marcus Rocha, no álbum do coletivo BORA com o qual realizou um circuito de apresentações nos principais espaços culturais de Fortaleza.

Lidia Maria
Cantora e compositora, lançou seu primeiro disco solo intitulado “Alma Leve” em novembro de 2013. Em 2014 foi premiada como “Cantora Revelação” e “CD do Ano” no Troféu Cidadão Cultura. Teve sua primeira aparição nacional no São João do Nordeste da Globo ao lado de grandes nomes como Chico César e Xangai. O programa ganhou uma edição especial e foi ao ar no Sarau da Globo News. Em 2015, as interpretações de Lidia ganharam a programação da tradicional rádio FM Tempo, com as canções “Forró Escondido” e “Eu também quero beijar”. A música “Alma Leve’ de sua autoria virou trilha sonora da marca de roupa feminina Chica Fulô. Fez parte ainda da segunda edição do documentário. “A nova safra da música cearense” produzido por Ulysses Gaspar. Lidia Maria tem dois videoclipes gravados, “Alma Leve” (2016) dirigido por Marina Fernandes e “A Palo Seco” dirigido por Gustavo Portela (2014).

A cantora já realizou grandes shows no Ceará apresentando-se no Festival Jazz & Blues e Festival UFC de Cultura em Fortaleza; Festival Música na Ibiapaba em Viçosa do Ceará; Festival do Escargot e Frutos do Mar na Taíba; e Festival de Dança Litoral Oeste em Trairi e Paracuru. Fez ainda shows fora do país, na Cidade da Praia em Cabo Verde. Cantou também no Aniversário da capital cearense no Aterro da Praia de Iracema, no Dia Internacional da Mulher na Praça do Ferreira e na programação de férias do Theatro José de Alencar. Selecionada entre 86 artistas, foi semifinalista da Mostra Petrúcio Maia realizada pela Prefeitura de Fortaleza. Na televisão, ela gravou os especiais História da Música para TV Ceará e o TVF Musical para a TV Fortaleza.

Além da faixa que dá nome ao disco, o álbum “Alma Leve” apresenta mais seis composições de Lidia Maria, são elas, “A sós”, “Dança na Chuva”, “O Tempo e o Vento”, “Nós dois”, “Não causas em mim”, e por último “Mais amor por favor”, uma parceria com Alex Ramon, guitarrista e diretor musical de sua banda que assina cinco arranjos do CD. As regravações ficam por conta de “Pedras que cantam” de Dominguinhos, ao lado de “Eu também quero beijar” de Pepeu Gomes e Morais Moreira, ambas com letra de Fausto Nilo. “Beijos Salgados” de Khalil Gibran e “Forró Escondido” de Bárbara Sena formam a lista das inéditas da nova safra de compositores cearenses. A direção musical do disco é dos veterano Adelson Viana e Tarcísio Sardinha, arranjador também de seis faixas. As guitarras e violões de Cristiano Pinho em três músicas reforçam a ponte entre a MPB, o pop e o rock. O CD é uma produção do jornalista Paulo Mamede, com produção executiva de João Luís Studart e direção de produção de Lidia Maria.

Ouça aqui completo Lidia Maria “Alma Leve“.

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